Ex-mendigo constrói carro com martelo e talhadeira

Orismar de Souza, 35 anos, demorou quatro anos para concluir projeto.
Ele disse que ainda tem sonho de ter um carro de verdade.

(via Glauco Araújo Do G1, em São Paulo)

O ex-mendigo Orismar de Souza, 35 anos, morador de São José de Piranhas (PB), sempre teve o sonho de dirigir um carro. A paixão automobilística surgiu aos 9 anos, quando começou a construir carrinhos com lata de óleo, no sítio onde trabalhavam os pais, produtores rurais em Cajazeiras (PB). Aos 17 anos, ele viu um deficiente físico dirigindo um carro adaptado e teve o seguinte lampejo: “vou construir meu próprio carro”. O sonho se tornou realidade em dezembro de 2010, quando ele concluiu o seu atual meio de transporte, o ‘camarão móvel’.


Usando apenas uma talhadeira e um martelo, que foram presentes de um vizinho, Souza disse que começou a cortar as primeiras chapas de aço. “Virei piada. Lembro de quando vi um homem montando um portão em uma casa e perguntei onde ele comprava as chapas de aço. Ele riu da minha cara e disse que eu estava louco quando falei que queria construir um carro.”

Vídeo: PMs espancam e atiram a queima roupa contra adolescente em Manaus

Aqui o vídeo mostra a estrapolação dos limites da força. Uma verdadeira covardia contra o adolescente. Independente de qual foi sua conduta precedente, nada justifica a ação desumana dos policiais. Lembrando que o abuso de poder e o abuso de autoridade pode até anular a ação precípua dos agentes e deve condená-los pela prática.



Isso é o que leva o não senso da supremacia do poder público, ao poder de polícia; quando colocamos pessoas mal preparadas, mal educadas com armas na mão.
Uma verdadeira confusão que se faz. Outramente “poder público”, como o próprio nome diz , é o poder do povo e à ele deve servir, ou não?!

Poder de polícia para quem? Para a arbitrariedade do agente que se veste e se caracteriza de botas, coletes e roupas de guerras para assaltar o bolso do cidadão com multas e arbodagens arbitrárias, cabendo a este o ônus de provar que não estava errado – o poder supremo do Estado confuso é esse que sufoca e mata.